Durante as fases anteriores do ciclo, principalmente nos momentos de estudo e nas miniaulas, a gente viveu várias experiências diferentes. As aulas quase sempre começavam com uma acolhida, que tinha alongamentos e uma roda de conversa sobre sentimentos. Também teve atividades bem variadas, como meditação, escrita livre (onde a gente escrevia tudo que vinha na cabeça), e várias propostas trabalhando espaço e tempo. Uma aula que eu gostei muito foi a dos memoriais, onde lemos o de todo mundo em uma dinâmica bem diferente. Além disso, também participei da ETTE, contribuindo com um link de um vídeo do YouTube em que eu estava dançando no ensino médio.
Sobre como eu me senti, posso dizer que teve um pouco de tudo. As acolhidas no começo das aulas eram algo que eu gostava bastante, porque ajudava a gente a se sentir mais à vontade e mais próximo dos colegas. A roda de conversa sobre sentimentos também era legal por isso. A meditação, com certeza, foi uma das atividades que eu mais gostei, porque no dia a dia é muito difícil parar um tempo pra isso, então foi um momento de calma que fez diferença pra mim. Já a atividade de escrever tudo que vinha à mente eu não gostei muito, pra ser sincera rs, achei meio estranho não ter um direcionamento e fiquei um pouco desconfortável. Por outro lado, a dinâmica dos memoriais foi bem especial, porque deu pra conhecer melhor cada pessoa da turma. E quando eu contribuí na ETTE com o vídeo da minha dança, achei interessante poder compartilhar algo meu com os outros e lembrar de uma fase da minha vida.
Pensando de forma mais reflexiva, dá pra ver que essas atividades não foram só sobre aprender conteúdo, mas também sobre o lado mais humano da educação. As acolhidas e as rodas de conversa mostram como é importante olhar para os sentimentos dos alunos, não só para a parte acadêmica. A meditação também entra nisso, como uma forma de cuidar da mente dentro do ambiente de aprendizagem. Já a escrita livre e os memoriais têm a ver com dar espaço pra expressão de cada um, pra gente se conhecer melhor e também conhecer o outro. A ETTE, por sua vez, mostra essa ideia de construção coletiva, onde todo mundo contribui um pouco. No geral, achei que essas experiências foram importantes não só para a disciplina, mas também para mim, como pessoa e pensando no meu futuro como educadora.
Sobre como eu me senti, posso dizer que teve um pouco de tudo. As acolhidas no começo das aulas eram algo que eu gostava bastante, porque ajudava a gente a se sentir mais à vontade e mais próximo dos colegas. A roda de conversa sobre sentimentos também era legal por isso. A meditação, com certeza, foi uma das atividades que eu mais gostei, porque no dia a dia é muito difícil parar um tempo pra isso, então foi um momento de calma que fez diferença pra mim. Já a atividade de escrever tudo que vinha à mente eu não gostei muito, pra ser sincera rs, achei meio estranho não ter um direcionamento e fiquei um pouco desconfortável. Por outro lado, a dinâmica dos memoriais foi bem especial, porque deu pra conhecer melhor cada pessoa da turma. E quando eu contribuí na ETTE com o vídeo da minha dança, achei interessante poder compartilhar algo meu com os outros e lembrar de uma fase da minha vida.
Pensando de forma mais reflexiva, dá pra ver que essas atividades não foram só sobre aprender conteúdo, mas também sobre o lado mais humano da educação. As acolhidas e as rodas de conversa mostram como é importante olhar para os sentimentos dos alunos, não só para a parte acadêmica. A meditação também entra nisso, como uma forma de cuidar da mente dentro do ambiente de aprendizagem. Já a escrita livre e os memoriais têm a ver com dar espaço pra expressão de cada um, pra gente se conhecer melhor e também conhecer o outro. A ETTE, por sua vez, mostra essa ideia de construção coletiva, onde todo mundo contribui um pouco. No geral, achei que essas experiências foram importantes não só para a disciplina, mas também para mim, como pessoa e pensando no meu futuro como educadora.
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