sexta-feira, 8 de maio de 2026

VIVÊNCIA PRÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA Por Maria Solange

          No estudo realizado na terça-feira, dia 21 de abril, tive a oportunidade de ler um livro que aborda a história do Brasil. O livro contribuiu para que eu tivesse algumas ideias de atividades que poderia desenvolver em sala de aula com a minha turma. Na segunda-feira, dia 27 de abril, ocorreu uma mini aula por meio de uma acolhida, atividade principal e reflexão final sobre as referidas dinâmicas anteriores. A acolhida começou com um vídeo elaborado pela dupla responsável pela dinâmica e logo em seguida a turma foi solicitada a se dividir em equipes para a realização de um mapa sobre fatos históricos ocorridos no Brasil. 


         A atividade principal prosseguiu com a atividade da acolhida, solicitando que as equipes fizessem uma linha do tempo sobre o fato histórico pelo qual ficaram responsáveis por fazer o mapa. Depois disso, foram feitas perguntas de múltipla escolha para cada equipe sobre os fatos históricos. Por fim, a dupla responsável pela reflexão final perguntou à turma como se sentiu com as atividades realizadas. Os alunos responderam que gostaram das atividades, pois serviram para relembrar conteúdos de história de uma forma divertida. Naquela semana, os alunos também tiveram a oportunidade de compartilhar sua rotina e momentos importantes de sua vida por meio da revista ETTE, o que colaborou para a participação e expressão de vivências significativas de alguns alunos da turma. 


         A aula de ajuste, ocorrida na terça-feira, dia 28 de abril, foi desenvolvida pelo professor Eduardo por meio de uma visita ao museu MAUC da UFC. Na visita, o professor propôs uma dinâmica que consistia em os alunos elaborarem desafios uns para os outros, anotarem em um papel dobrado e colocarem dentro de uma sacola. Cada estudante tinha que retirar um papel e realizar o desafio proposto. Ao final da dinâmica, o professor fez uma roda de conversa com os estudantes, com a finalidade de saber como se sentiram com a atividade promovida. 


         Todas as atividades propostas pelo professor me possibilitaram contato com diferentes perspectivas e formas de condução no ensino de Geografia e História. Além disso, os relatos produzidos por alguns alunos da turma do diurno e do noturno na revista ETTE contribuíram para que eu pudesse conhecer mais as vivências de meus colegas, o que me auxiliou a me sentir mais próxima deles. No que concerne à dinâmica realizada no museu, senti-me inserida numa experiência diferente da rotina habitual das aulas. 

            Diante do exposto, foi possível concluir que o caráter pedagógico da abordagem desenvolvida pelo professor Eduardo encontra elementos presentes na pedagogia participativa. Tal metodologia está baseada na concepção do filósofo John Dewey de “aprender fazendo”, ou seja, a capacidade do aluno de resolver problemas sozinho e pela experiência prática que o leva à aprendizagem. Nesse sentido, por colocar os alunos em um papel ativo do seu processo de apropriação do conhecimento, incentivando-os a realizarem seu próprio estudo, a partir disso realizar suas dinâmicas na turma e realizar desafios no museu, o docente contribuiu para os estudantes desenvolvessem confiança em suas habilidades e no ambiente do qual estão inseridos. 

          Para os pedagogos em formação, tal metodologia também pode inspirá-los a desenvolver uma pedagogia mais participativa, especialmente no que tange ao ensino de Geografia e História na sala de aula, tendo como intencionalidade desenvolver nos estudantes a confiança na capacidade daquele espaço e da situação de lhe proporcionar um aprendizado significativo, contribuindo para que se interessem mais pelas referidas matérias. Ademais, ao aproximar os estudantes da vida acadêmica e da vida real por meio da revista ETTE, os alunos puderam relacionar as vivências na disciplina com suas experiências. 




           
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