sábado, 23 de maio de 2026

SEGUNDO RELATO - Rebeca Franklin

Meus estudos do começo do segundo ciclo foram baseados nas revistas que o professor disponibilizou em sala de aula. Peguei duas revistas para ler: uma sobre Maria Antonieta e outra sobre a maçonaria. Foram leituras muito interessantes e, de certa forma, divertidas, pois me permitiram conhecer mais sobre acontecimentos históricos e personalidades importantes. Na primeira revista, pude aprender um pouco mais sobre a história de Maria Antonieta, que foi uma grande personalidade do século XVIII e também marcou o mundo da moda com suas vestimentas luxuosas e sofisticadas. Ela nasceu na Áustria e foi casada com Luís XVI com o objetivo de fortalecer as relações políticas entre a França e a Áustria. Maria Antonieta ficou conhecida pelo luxo vivido na corte do Palácio de Versalhes e acabou se tornando um símbolo dos excessos da monarquia francesa. Enquanto grande parte do povo enfrentava fome, pobreza e uma grave crise econômica, sua imagem era associada a gastos exagerados e à vida de privilégios da nobreza, embora muitas histórias sobre ela tenham sido aumentadas ou até inventadas. A revista também mostrava como sua trajetória esteve ligada à Revolução Francesa, um dos acontecimentos mais importantes da história mundial. A outra revista falava sobre a história de alguns presidentes e personalidades que fazem ou fizeram parte da comunidade maçônica. Ao longo da história, a maçonaria teve influência em diferentes áreas da sociedade, principalmente na política, na filosofia e em movimentos sociais. Diversos líderes e personalidades importantes fizeram parte da comunidade maçônica, entre eles alguns ex-presidentes dos Estados Unidos, como George Washington, Franklin D. Roosevelt e Harry S. Truman. A maçonaria é uma organização fraternal que valoriza princípios como liberdade, igualdade, fraternidade, ética e desenvolvimento moral. A revista explicava também que, ao longo dos séculos, muitos maçons participaram de debates políticos, sociais e culturais, contribuindo para ideias relacionadas à democracia, aos direitos civis e à organização da sociedade. Achei interessante perceber como a maçonaria esteve presente em diferentes momentos históricos e como ela desperta curiosidade até os dias atuais. A mini-aula do segundo ciclo também foi muito divertida e dinâmica, pois as duplas conseguiram criar atividades que se relacionavam bastante com os temas trabalhados. A acolhida consistia em falar sobre algum lugar que marcou um momento feliz ou ruim em nossas vidas. No meu caso, falei sobre a antiga casa em que eu morava e como a lembrança da minha boneca quebrada durante uma obra acabou marcando minha memória. Foi um momento importante para refletirmos sobre lembranças e sentimentos ligados aos espaços onde vivemos. Na segunda atividade, fomos separados em grupos e as responsáveis distribuíram fotos de bairros com realidades sociais muito diferentes para fazermos observações e comparações. Depois disso, montamos um mapa de Fortaleza baseado nas classes sociais que cada grupo recebeu. Essa atividade mostrou de forma clara como existem desigualdades sociais dentro da própria cidade e como as condições de vida podem mudar bastante dependendo do bairro e da realidade econômica das pessoas. Por último, houve um momento de reflexão em que as meninas nos fizeram pensar sobre como nos sentimos representando determinada classe social. Essa discussão foi muito importante, pois nos ajudou a compreender melhor as dificuldades enfrentadas por diferentes grupos da sociedade e a desenvolver um olhar mais crítico e empático sobre as desigualdades sociais. Essa mini-aula foi muito divertida, interativa e reflexiva. As meninas conseguiram apresentar o tema da desigualdade social de maneira clara e criativa, fazendo com que todos participassem e pensassem mais profundamente sobre as diferenças sociais presentes no nosso cotidiano.


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